Porque hoje é Sexta-Feira - 20/05/2016

 

Olá,

Estava dirigindo e cheguei numa esquina quando o sinal fechou. Eu era o primeiro carro então olhei para as pessoas que iriam atravessar a rua. Vi um casal, de bastante idade, esperando para confirmar que os carros iriam parar mesmo para que eles pudessem atravessar. A senhora desceu a calçada primeiro e estava iniciando a caminhada quando virou a cabeça para verificar se o marido a estava seguindo, se precisava da ajuda.

Fiquei estonteada. Gente, este casal deveria estar casado há uns cinquenta/sessenta anos ou mais, acho que o casal tinha uns oitenta e muitos anos.

E a minha surpresa se deve ao fato do detalhe – o projeto era atravessar a rua e o detalhe foi a olhada para trás para ver se o companheiro não precisava de algo. Este foi o detalhe que me impressionou, que me fez pensar positivamente na relação do casal. 

Aí alguém vai dizer – ah, vá, com uma coisa tão pequena você faz todas estas considerações? Pois é, faço!

Ser bom no que faz não é mais do que obrigação. Dar algo a mais é ser lembrando, ser querido, ser excelente, é ir além. Detalhe é a diferença.

Alguém de vocês tomaria um avião que não estivesse em perfeitas condições? Ou entraria num carro onde nem tudo estivesse funcionando? Ou num trem, num metrô? Ou tomariam um taxi no qual o motorista não soubesse dirigir?

Este é o meu questionamento, pois, quando pensamos nisto, a nossa conclusão é de que o mínimo que o cliente exige é a perfeição, o que, como tal, deixa de ser diferencial.

E, se levarmos esta pensamento em consideração, percebemos o que vai fazer o nosso cliente continuar sendo nosso cliente, vamos ter que fazer mais, diferente, melhor, exceder as expectativas – ir além. 

Voltando ao meu comentário acima – o que é que a senhorinha fez que me trouxe à conclusão  da sua grande e verdadeira relação com seu parceiro – uma olhadinha, um virar de olhos para sentir o quanto o companheiro era precioso para ela, o quanto ela se incomodava e se preocupava com ele, com sua segurança, com seu bem estar.

É isto! Veja que impacto você causa no seu “Cliente”; perceba quem é o seu cliente, a quem você quer agradar, quem quer manter como cliente... Vale para seu gestor, seu companheiro, seu filho, seu amigo...

Voltei para casa feliz e realizada. Pensar que alguém consegue manter este equilíbrio, este cuidado e este carinho com seu companheiro me fez, outra vez, acreditar que podem sim existir relações duradouras e que, deveríamos todos, nos esforçar para conseguir manter estas relações e neste nível de cuidados, de atenção, de serviços.

E este serviço tem que exceder tudo que o cliente espera de você – sempre, a vida inteira!

Pense nisto e me diga o que acha.

Abraços e um bom fim da semana.

E, até a próxima sexta-feira.

 

STEFI MAERKER

 

 

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